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domingo, 1 de abril de 2012

Inocência





Perceber a simplicidade em tudo aquilo que nos rodeia. Crer que as nuvens são feitas de algodão, e não pensar a respeito do amanhã, porque sabemos que o amanhã é por conta de si mesmo, ou melhor ainda, porque o que temos hoje é bom demais para que nos preocupemos com possibilidades do porvir.
Ver cada coisa e pessoa na sua forma mais pura. Entender a grandeza de um sorriso, o calor de um abraço, a entrega de um beijo. Tudo isso faz parte daquilo que não podemos deixar morrer, que devemos manter vivo e intenso dentro de nossos corações, pois é com tudo isso que a vida se torna mais prazerosa,  mais agradável, e permaneceremos sempre prontos para rir dos problemas, porque saberemos que eles não são grandes demais para que não possamos lidar com eles.
Sentir a melodia de uma música, e a paixão com a qual ela foi escrita. Ir além do que vemos, do que tocamos. Transcender a nossa própria existência, e imaginar tudo que está fora do alcance de nossos pequenos olhos. Brincar com o tempo, com as folhas que caem das árvores e, no fim dia, se sentar para ver o céu mudando de cor conforme o sol se põe.
Fazíamos muito disso todos os dias quando mais novos, e não é algo que possamos perder. É algo que devemos cultivar, manter, e jamais esquecer. Porque na alegria dos sorrisos simples é que encontramos um pedacinho do paraíso. Aquele mesmo paraíso que nos faz sentir especiais, por ver o brilho nos olhos de alguém amado, apenas pelo fato de nós mesmos existirmos...

domingo, 25 de março de 2012

Sem controle

"So, where did all go wrong?
Everything happened so fast..."


Irracionalidade. Inconsequência. Pois por um momento, esquecemos do futuro, do que virá depois, do que será depois. Esquecemos que haverá amanhã, que haverá o retorno. Agimos em prol do que queremos, e nada mais importa. 

Esquecendo de tudo que iremos causar, fazemos o que depois se torna motivo de arrependimento. Sem controle, pois não pensamos no que aquilo se tornaria, e nos decepcionamos porque não há nada que possamos fazer, senão enfrentar o que fizemos. Não há a quem culpar, senão o próprio eu que, inconsequentemente fez da própria existência uma provação inevitável.

Antes de mais nada, que possamos sempre agir com a consciência daquilo que fazemos. Só assim poderemos evitar a infelicidade de não só nos ferirmos, mas também de ferir aqueles que amamos. Porque dentro de nós, são estas as pessoas que dominam aquilo que queremos, que sentimos e também o que fazemos. O que precisamos é ter a racionalidade para se frear, antes que o que deveria ser motivo de alegria, se torne o motivo de lágrimas.